COMPARAÇÃO DO TEMPO DE REAÇÃO SIMPLES E DE ESCOLHA ENTRE ATLETAS DE VOLEIBOL

Ronaldo Nascimento Maciel, Anderson Pontes Morales, Luiz Aníbal Ferreira Paes Wagner

Resumo


O objetivo deste estudo foi de quantificar o TR simples (TRS) e o TR de escolha (TRE) de atletas de voleibol da categoria Infanto-Juvenil masculina e verificar se há diferença nesta variável entre os atletas que tem a responsabilidade de executar a recepção e aqueles que não tem. A amostra foi constituída por n=15 atletas participantes do Campeonato Brasileiro de Seleções Infanto-Juvenil Masculino, realizado no Centro de desenvolvimento do Voleibol, na cidade de Saquarema (RJ), em 2007. Os atletas foram divididos em dois grupos: o 1º. Grupo Receptores (GR): n= 6; 2º. Grupo Não Receptores (GNR): n= 9. Os resultados encontrados nesta pesquisa não demonstraram diferenças estatisticamente significativa quando comparamos dois grupos que executam diferentes funções dentro da equipe TRS: GR (256,48 ± 25,38) x GNR (264,07 ± 19,36) p= 0,966; TRE: GR (339 ± 33,42) x GNR (331,13 ± 40,60) p= 0,963. Havendo diferenças apenas nas comparações intra-grupos entre os dois testes diferentes GR: TRS (256,48 ± 25,38) x TRE (339 ± 33,42); TRE: GNR (264,07 ± 19,36) x GNR (331,13 ± 40,60) p= 0,01. O fato de se tratar de atletas jovens, que ainda estão em processo de especialização em relação às funções que exercem na equipe pode ser um dos motivos que expliquem este resultado, além dos citados atletas ainda terem uma experiência de jogos e treinamento relativamente pequena.

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ISSN: 1679-9844 
  

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