A RESPONSABILIDADE DO ENFERMEIRO NO PROCESSO DE CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS

Paula Maria Lopes Felix, Tarcisio Almeida Maria, Edyala Oliveira Brandão Veiga, Franz Viana Borges, Clara dos Reis Nunes

Resumo


A doação de órgãos e tecidos, apesar de ser vista como um ato de solidariedade, demanda importantes decisões da família do doador em um momento de dor, angústia e perda de um ente querido. O enfermeiro, por ser aquele que informa sobre a morte encefálica e a doação de órgãos, é o profissional que participa de todo o processo. Assim, o objetivo geral do presente estudo é analisar, por meio de uma pesquisa bibliográfica, a responsabilidade do enfermeiro na captação de órgãos. As fontes utilizadas foram livros, artigos científicos, dissertações e teses disponíveis em banco de dados do Scielo, Bireme, a partir das fontes Lilacs, Medline e PubMed. A busca nos bancos de dados foi realizada utilizando os descritores captação de órgãos, doação de órgãos e enfermagem. Os critérios de inclusão foram estudos em língua portuguesa e inglesa, disponíveis na íntegra, sem limitação de data. Observou-se que o enfermeiro que atua na doação de órgãos em conjunto com a equipe multiprofissional, deve desenvolver um trabalho ativo e técnico, pois é o profissional que orienta e informa os envolvidos com o potencial doador, buscando tornar essa experiência menos dolorosa. Concluiu-se que é de suma importância aos profissionais enfermeiros que atuam junto às centrais de captação de órgãos, que estes se mantenham atualizados, ampliando seus conhecimentos sobre o tema, a fim de garantir um aumento no número de transplantes, tornando possível a sobrevivência de milhares de pacientes que dependem de um transplante para viver.


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ISSN: 2358-8411 
 

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