Dimensões existenciais do envelhecer na contemporaneidade.

Ana Lúcia Azeredo Couto

Resumo


O tempo de vida de cada um se integra à história de todos a partir de um horizonte de sentidos historicamente sedimentados e compartilhados. Hoje, com a maior longevidade, a velhice torna-se atravessada por significações negativas alimentadas por concepções autopreservacionistas que prometem recursos anti-envelhecimento e estratégias de rejuvenescimento. Entretanto, diante da inexorabilidade do envelhecer, o idoso precisa dizer adeus a um modo de ser que não mais lhe cabe. Buscamos, na fenomenologia hermenêutica, o caminho que conduz o ser ao que lhe é mais próprio: sua transitoriedade e abertura ao mistério da vida e da morte.


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ISSN: 2358-8411 
 

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