As experiência espirituais na contemporaneidade: um diálogo entre Heidegger e Jung

Patrick Wagner

Resumo


Sobre a experiência mística O que é mística? Como podemos considerá-la uma experiência? Significa o mesmo que religião? Como a ciência lida com tal experiência? São várias perguntas que atravessam essa questão, e já é assim por muitos séculos. A mística talvez seja um dos assuntos mais antigos dos debates filosóficos, teológicos e científicos. Encontramos essa questão com o dominicano medieval, Mestre Eckhart, e na filósofa contemporânea Simone Weil, por exemplo, e em pensadores do porte de Heidegger e Jung. Como se nota, parece ser uma experiência de nesgotabilidade. Justamente, a palavra inesgotável caracteriza bem o que é mística, pois mística é mistério, mistério que é a própria relação com o que os ocidentais chamam de Deus. Deus que é representado e conceituado pelas religiões e que é ignorado por boa parte do mundo científico. Como será que a fenomenologia, em especial a psicologia com base fenomenológica aborda a experiência de Deus? Talvez, estando entre dois "gigantes" da metafísica, a ciência e a religião, a experiência mística possa ser, fenomenologicamente, olhada e vivida por nós, com ou sem experiência do mistério. O que resultará de tal aproximação de olhares e sentidos?”


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ISSN: 2358-8411 
 

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